E ela entra no bar…

E ela entra no bar esperando ser autossuficiente, não acreditando nos contos de fadas, não acreditando em mais nada. A ultima coisa que ela espera é o amor, mas, é o rosto de odio que o atrai, a raiva em que no final só vai haver lágrimas, foi pena ou compaixão? Não importa, o que importa é que o atraiu, o fez ir lá, ouvir um fora, mas encarar como um desafio, o que os fez melhores, o que a fez não apenas superar, mas descobrir que o que ela sentia pelo outro não era tanto como ela pensava, viu que foi tão facil esquece-lo, como nada antes, que esse talvez apenas servisse para faze-la sorrir de novo, mas sorrir pra sempre, talvez felicidade verdadeira que dura para sempre, que haveria empecilhos mas, que valeria a pena. brevemente ela so vai se lembrar do outro como uma lembrança feliz, que se não acontecesse ela não o haveria conhecido.

 

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