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Totalmente Realista

Por que será que a gente sempre se prende ao passado, achando que sempre foi melhor?

Sendo totalmente realista, quem nunca disse ou pensou que se pudesse voltar aquele tal dia, naquela tal hora seria tudo melhor e seriamos felizes para sempre (…) Todos nós! Mas será que ainda naquele ”dia mais feliz de todos” não estávamos pensando naquele outro tal dia? A resposta é sim!

Pra gente, o passado sempre foi melhor, o presente é sempre chato demais e o futuro não tão bom assim! Só que a gente esquece que o futuro já chegou, que tudo aquilo já foi vivido e que tudo aquilo mesmo sendo tão especial, já passou!

Será que a gente seria mais feliz se aceitasse o presente… é claro que sim, só que não é assim tão fácil como parece, quando levamos aquela lição de moral, tudo parece ser tão simples, só que na realidade é tudo tão mais complicado. E queremos que chegue a nós numa tal facilidade, sem ter que sacrificar nada, só do nada acontece um ~~tcharam~~ e pronto, aceitamos o presente como o que temos e a nossa única opção.

Nada é assim tão fácil, mas é exatamente por isso que é assim tão bom. Aquele momento sagrado que você abre os olhos, se passa tão despercebido ao notar que horas são, o momento da mudança acontece tão rápido que não percebemos, um dia olhamos no espelho e vemos como tudo já mudou mais uma vez e continua assim constantemente.

A gente sempre reclama do tempo, nunca é como a gente quer! Quando é pra acabar logo o primeiro tempo de aula do dia, demora mais de uma eternidade e naquele momento ótimo, com aquelas pessoas ótimas, tudo passa tão rápido!

Sem querer parecer cliché, mas acorda meu povo! Cm tudo o que acontece através do nosso mundinho de prioridades, todos os reais problemas – sem querer desfavorecer os teus problemas – todas as dores contantes e todas as alegrias ao ver um sorriso, tudo passando despercebidos e nós somos cada vez mais alienados a nunca sair do nosso mundinho.

Mas essa é a graça da vida, ter que se esforçar pra fazer tudo, para que tudo que seja ganho na facilidade não tenha tanta importância assim, desde que soubemos que o quê conseguimos é melhor, é mais feliz, é mais nosso (…)

Se tudo fosse tão fácil, será mesmo que seria melhor?

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Quem é feliz sem um toque de imaturidade?

Tá, mas quem falou que amar é algo sobrenatural? Amor é simples e, de tão simples, acontece nos menores lugares. Amor é simples, não simplório. Amor é pequeninho – é tudo com inho que o amor pode causar. Beijinho. Abracinho. Beicinho. Bonitinho.

Amor é pensar em dizer me-liga e receber um SMS ao mesmo tempo. É fazer compras juntos. É passar a tarde inteira esperando ela fazer o cabelo ou ele sair do futebol com os amigos.

Amor é companhia. Tem um quê de infantilidade, eu sei. Mas quem é feliz sem um toque de imaturidade? Amor é dançar juntos sem saber dançar. É esperar o outro acabar de comer. É tomar banho juntos para não se atrasar – ou pelo prazer de lavar as costas um do outro. É se irritar com a barba arranhando o queixo e com os brincos gigantes que nos machucam quando vamos abraçar a pequena e tudo se embola: brincos, cabelos e nossas mãos ali perdidas.

Amor é se reinventar, eu sei. É querer, de boa fé, que o outro faça mais por ele. Estude mais. Trabalhe mais. Leia mais os contos do Coiro. Ouça só essa banda. Já viu a academia nova? Por que você nunca chega no horário? Por que você nunca está pronta no horário? Como você não gosta de comida japonesa? Como você nunca foi a um estádio de futebol? Como? Por quê?

Amor é um misto de perguntas sem respostas e respostas sem perguntas.

Amar é dividir: a cama (mesmo sabendo que essa divisão é injusta aos homens), as casquinhas de sorvete, os milkshakes de ovomaltine, o sofá e a vida. Amar é ter ciúmes de um cara que deu um beijo qualquer na pequena em novembro de 2001. Tão ridículo, mas incomoda. Como naquele ciuminho idiota que causa ao falar o nome da primeira namorada que o teu rapaz teve no verão de 2002 e durou apenas três meses.

Amar é idiota. É besta. É estúpido. É desnecessário – como todas as coisas inesquecíveis da vida.

Fonte: Hugo Rodrigues

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Diário de Pensamentos

– Até quando irão continuar confundindo Liberdade com Rebeldia?

– Até o último suspiro e até a última lágrima, estarei aqui esperando pra ouvir seu último desejo.

– Por favor, não dia que nada aconteceu.
Eu já não consigo olhar para a nossa estrela, ela não brilha.
porque você apagou o brilho dela? Ela me iluminava todas as noites.

– Estou dentro da sua mais doce lembrança, do seu ponto mais fraco. não faço seu estilo, mais te completo.

– O tempo ainda pode ser a única solução, o problema é que não temos mais tempo pra isso.

Vídeo
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Viver ou mostrar que está vivendo?

As fotos sempre guardam um pouco da gente, um pouco do que a gente gosta, do que a gente acha bonito. Olhando pelas minhas fotos do celular, você só vai achar fotos de comida e de animais fofinhos! Sempre achei que as fotos são um outro ângulo de ver a vida, de sentir a vida e de principalmente guardar um pouco dela, só pra gente.

Acabaram extrapolando nesse aspecto, as fotos ganharam cada vez mais importância no mundo de hoje e principalmente pra quem vive nas redes sociais, com a maior popularização do instagram, as pessoas começaram a querer ter motivos pra poder tirar mais fotos consideradas legais, com filtros e hashtags criativas, mas o real problema é que, você quer viver, ou mostrar que está vivendo?

Muitas vezes estamos tão conectados que esquecemos que viver cada momento intensamente. De ter o sentimento pra se lembrar depois, e não somente parecer feliz ou animado!

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Representando a Felicidade

Com aquela vontade insana de acordar num dia qualquer e mudar tudo, mudar o mundo. Tendo os 30 segundos de coragem, e que eles se façam uma vida inteira. Sendo somente o que faz alguém feliz, e não ter arrependimentos, sem ter que voltar no tempo e não ter vergonha de quem eu sou.

Me vejam sendo eu, não ligando pra mais nada, somente pro que me faz feliz. Agir loucamente, rir pra tudo, dançar na chuva e amar. Naqueles 30 segundos de coragem sirvam pra tudo, dar a louca, viver como se o a sua vida dependesse disso.

Realmente fazer a diferença, não para ser reconhecida, mas para tocar pessoas, uma a uma. Mudando o mundo, mudando o mundo de alguém e sendo a representação da felicidade, se isso não é normal? O que posso dizer, ser normal não é uma das minhas virtudes, é somente um aspecto que deixei pra trás ha muito tempo, encontrei a tão sonhada liberdade!

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Traços

Todos nós temos, alguns tentamos esconder, outros queremos que todos vejam, alguns passam despercebidos por nós mesmos, e tem um, um apenas, que nos marca. Não é de uma forma fixa, cada pessoa recebe um pouco de nós, aquilo que marca da gente, as vezes um sorriso, o jeito da risada ou quem sabe a coisa mais despercebida de todas pode ser levemente cativante. Assim, para aqueles que se aproximam, vai ser o que mais faz lembrar, aquilo que forma a impressão que temos das pessoas. De uma forma sutil, mas aprimorada, é somente aquilo que resta, aquilo que marca.

Desde o estalar de dedos, à voz rouca. Sempre temos aquilo de cada pessoa, até daquela que um dia sentou do nosso lado no ônibus, algum gesto, som ou a forma ofegante de respirar. Mesmo sendo sem perceber, captamos isso das pessoas, do mesmo jeito agradavél, pode ser torturante. Algo irritante ou simples.

Não importa. Aquela primeira coisa que te vem a mente ao falar de qualquer mero conhecido. Não que seja o mesmo, mas é aquilo que deixamos a cada pessoa que conhecemos, podendo marcar pra que um dia lembremos depois de muito tempo, não na aparência, mas no jeito, no caráter, na voz.

De um a um, cativamos mais uma pessoa, tão de uma forma como de outra. Sem esconder o que somos, como agimos. Sem perder a essência, sendo apenas nós.

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O Último Capítulo

Acabou. Sim, esse foi o fim, um último capítulo nada dramático e já vendo qual seria o futuro, a gente cresceu, mudou, se separou. Mas isso não ameniza a falta que me faz, as lágrimas não vieram  não momento, mas no segundo em que cheguei em casa. Lágrimas por aquilo que não foi explicado, que terão de esperara próxima temporada, que ainda não foi confirmada.

Será que esse foi um final sem um real fim, ou apenas algo pra deixar na imaginação? Só que não há tempo pra inspiração quando o cara que a gente ama existe de verdade, fora da nossa mente, com reais sonhos e pensamentos, algo que precisa ser feito, precisa ser concertado.

Esse fim não foi o melhor, foi um divertido e engraçado, com piadas onde a gente fingia que não notava que já ia acabar, mas ele não ficou presente, ele agiu deferente, sem reais emoções e a pior parte é que não se sabe a resposta dele, se foi seguir em frente ou esperar mais uma chance.

Esse fim não foi um real fim, a gente, todos nós, o pessoal debaixo da escada ainda vai se juntar por aí, novas risadas, abraços e encontros, mas não se sabe quando volta a tona, se a gente vai continuar do mesmo jeito, ou só como antigos amigos, esquecidos por aí. A nossa história ainda não acabou, só falta um empurrãozinho pra gente voltar a tona e fazer valer a pena o tempo separados.